O Centro de Interpretação do Românico (CIR) e da autoria do atelier Spaceworkers (Henrique Marques e Rui Dinis), o Centro abriu ao público a 27 de setembro de 2018. Organiza-se em sete torres de betão dispostas em torno de um claustro central, gerando uma espécie de rua medieval, e reinterpreta de forma contemporânea o arco de volta perfeita e a austeridade das igrejas românicas. Funciona como porta de entrada simbólica para os 58 monumentos da Rota do Românico, nos vales do Sousa, Tâmega e Douro.